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sexta-feira, 20 de abril de 2012

inacrediatvel, mas é a realidade

Nossos dias quando estão assim difíceis 
Não estamos sós, tem alguém por nós 
Vejo cenas que jamais pensei que visse 
Vidas que se vão...inocentes vão!
Seja amigo ou estranho, dói em mim 
São Geísas, Carolinas, Omymares, Tins 
Quantas vezes me pergunto:"Oque é ser um cidadão?"
Eu não quero só sobreviver Quero a plenitude do viver
Já nem sei pra onde vai a humanidade 
Tem que ter amor, sem qualquer temor 
Todos têm direito à felicidade 
E a poder sonhar, em qualquer lugar 
Quero andar sem ter o medo no meu calcanhar 
Na cidade à noite amando estrelas e luar 
Quero ver numa criança a esperança refletir 
No sorriso, me fazendo crer Nessa paz que eu quero tanto ter paz! Peço agora, paz!

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